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idade:22anos ate 24/06
casada com :Alessander Kazuo
idade:27anos ate 17/01
filha:Thalita sayuri
nasceu no dia:29/07/2003
com:2.818gm e 47cm de parto normal
Moramos no Japao-nagano-ken

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idade:24anos ate /07
casada com :Rodrigo
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nasceu no dia:21/11/2003
com:2.818gm e 47cm de cesaria
Moramos no Sao Paulo




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Você tem medo de quê?
Edição 124 - Mar/04

A maioria das brasileiras quer um parto normal, mas não sustenta esse desejo por falta de esclarecimentos, que leva ao medo, e desestímulo do médico. Informar-se é a melhor saída


Um mistério ronda os partos no Brasil. Nossos índices de cesariana estão entre os mais altos do mundo- chegam a 80% nas maternidades particulares. Só que oito em cada dez brasileiras afirmam que querem ter um parto normal, segundo pesquisas realizadas no país - uma delas coordenada pelo Núcleo de Estudos Populacionais da Universidade de Campinas, Unicamp, outra pela Universidade do Texas, ambas publicadas no British Medical Journal. O que acontece, então, entre o desejo e a realidade? Por que apenas 20% das mulheres conseguem realizar o sonho do parto natural? Esta equação envolve inúmeros fatores: a desinformação, o medo da dor, as crendices como ficar com a vagina larga, além do modismo, a idéia de que a cesárea representa um atendimento de melhor qualidade, já que é o recurso preferido das classes mais abastadas. Outra questão decisiva para o desfecho do parto acabar em cesárea está nas mãos dos médicos. Os obstetras estariam valorizando as ansiedades das grávidas em proveito próprio, por comodidade ou vantagens financeiras. 'O modelo de saúde é que é equivocado e reforça a cultura do medo', defende o obstetra Jorge Kuhn, professor da Universidade Federal de São Paulo. 'A falta de conhecimento da mulher sobre o parto alia-se aos interesses econômicos da classe médica para formar a combinação perversa que empurra as gestantes para as cesáreas desnecessárias.' Vale lembrar que nos outros países, mesmo os europeus onde a tradição do parto natural é forte, registra-se um significativo aumento da ocorrência de cesarianas (veja boxe ao lado). A explicação para o fenômeno está na 'evolução da técnica'. Hoje o parto abdominal envolve menos riscos, é uma cirurgia mais segura do que há alguns anos, embora, claro, continue perdendo nesse quesito para a opção natural.

O bolso do médico

Apenas 20% das mulheres conseguem realizar o desejo de ter um parto normal

O sistema de saúde brasileiro atende a mulher diretamente na rede pública e, por meio de convênios, nos hospitais particulares. No SUS, o médico recebe mais por uma cesárea (R$ 387,30) do que por um parto normal (R$ 263,49). Nos convênios, a lógica é a mesma (até R$ 600 o parto normal e até R$ 1 mil a cesárea). 'A tendência é que os convênios paguem aos médicos o mesmo valor para as duas modalidades', afirma o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo, Arlindo de Almeida. A diferença, que já foi bem maior nos planos de saúde, em favor do parto cirúrgico, terminou reduzida como forma de coibir as cesáreas desnecessárias. Com esse mesmo objetivo, em 1998, o governo limitou o pagamento dos partos cirúrgicos e passou a recomendar o uso da anestesia em partos naturais na rede pública. 'Com isso, a situação no SUS melhorou, e a taxa de cesáreas caiu de 36%, em 1996, para 25%, em 2003, mas ainda está longe de atingir os níveis recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), de apenas 15%', diz a técnica da área de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Isa Paula Abreu. 'Os médicos, de forma geral, perderam a noção de respeitar o ritmo da mulher no trabalho de parto, priorizando suas conveniências.' O governo prevê que a recomendação da OMS seja atingida em 2007.

Se o médico ganha mais pela cesárea que ocupa uma hora de sua agenda, por que optaria pelo parto normal que pode demorar mais de dez? Falta dar solução ao bolso dos profissionais. Uma saída seria pagar melhor pelo parto normal e cercar a mulher da assistência de outros profissionais. 'Na Alemanha, o profissional que atende a gestante no pré-natal não é o mesmo que faz o parto. Ambos ganham bem e um não precisa fazer a atividade do outro para complementar a renda. Isso significa que o obstetra tem todo o tempo disponível para acompanhar o parto normal', explica Jorge Kuhn. Aqui, uma queixa freqüente dos médicos apontada pela pesquisa da Unicamp é a falta de apoio de uma enfermeira obstétrica para observar o trabalho de parto e acioná-los apenas pouco antes do nascimento. O despreparo dos profissionais e o medo de processos legais também têm levado muitos médicos a preferir a cesárea, na avaliação do secretário da comissão de assistência ao parto da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Eduardo de Souza. 'A cesárea raramente apresenta complicações quando realizada em bons hospitais e com uma boa equipe', afirma.

Incentivos

Daniela faz curso de ioga para gestantes e espera que as técnicas de respiração e relaxamento ajudem no parto normal

Aqui no Brasil, outro fator que faz toda a diferença é a cultura que cerca a mulher e o parto. 'Na Holanda, as revistas e os livros para gestantes não mencionam quase nada acerca da cesariana e explicam passo a passo o que acontece num parto natural', conta a escritora Jussara Machado, que mora no país há três anos, está grávida, e deve ter o bebê até o final do mês. O parto na Holanda, seja ele domiciliar, em casa de parto ou no hospital, é quase sempre acompanhado pelo marido. 'Proliferam cursos chamados 'samen bevalling' (parir junto), em que pai e mãe aprendem técnicas para se ajudarem e há uma infinidade de CDs com músicas para relaxamento e óleos de massagem. A holandesa busca nesse dia um momento inesquecível, especial e o menos frio possível.'

Perguntar a uma grávida se ela fará parto normal ou cesárea é descabido na Dinamarca. A cantora Maria Luiza Lins Brzezinski, que mora no país há dois anos, passou pela experiência. 'Vinha sempre aquele olhar de 'desculpa, não entendi', seguido da resposta parto normal com um ar de obviedade, como se eu tivesse perguntado se ela precisava fazer xixi todos os dias', conta. Essa comparação não é exagero. A dinamarquesa realmente aceita o parto normal com total naturalidade. Sabe que vai doer, vai passar e tudo ficará bem, porque suas mães e avós passaram pela mesma experiência. Também sabe que os obstetras são caros para o Estado e tudo será feito no parto para que eles não sejam necessários.



- Postado por: Ro ou nika às 06h07
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Sementes do medo

O médico aprende cada vez menos sobre o parto natural na universidade. A cesárea é mais segura para ele

Entre as brasileiras, o desejo por um parto normal, como anunciado nas pesquisas, parece não ter a mesma força. Acaba bombardeado pela desinformação que gera inseguranças, falta de preparação para o parto e medos incutidos até pela Bíblia. 'No Velho Testamento, Deus expulsa Adão e Eva do Paraíso, dizendo-lhes, entre outras coisas, que a mulher pariria com dor, um castigo para o pecado original', diz Abner Lobão Neto, coordenador do Pré-natal Personalizado da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele lembra ainda que basta ligar a TV ou ir ao cinema para ver como o parto é retratado com sofrimento. 'Acontece o mesmo na literatura e nas histórias de mulheres mais velhas na família. Como sobrevive assim o desejo por um parto normal?', pergunta o especialista, ressaltando que nessa direção falta apoio dos médicos. 'Eles têm pressa em resolver o parto com a cesárea porque, cada vez mais, recebem menos informação nas universidades sobre como conduzir adequadamente um nascimento vaginal. Ficam inseguros.'

Danielle carregava a mala da maternidade na ponte aérea Rio-São Paulo até entrar em trabalho de parto

A Federação dos Obstetras defende a classe: tem como norma valorizar o parto natural como a melhor opção para a gestante e para a criança, mas reconhece que a cesárea 'constitui importante conquista da obstetrícia moderna'. Em artigo recente publicado na revista da Febrasgo, foi Marcelo Zugaib, professor titular da Faculdade de Obstetrícia da Universidade de São Paulo, quem melhor explicou a visão de boa parte dos médicos. Afirmou que 'não vê problemas quando o obstetra opta por realizar apenas parto cesáreo, desde que a paciente seja informada no início do atendimento'. Para Zugaib, o grande erro é o médico usar da sua conveniência para convencer a gestante a optar por uma ou outra via de parto. No artigo, ele chega a classificar como 'marginal' quem age desse modo. 'Qualquer procedimento estará dentro da ética se houver o total esclarecimento por parte do médico para com a sua paciente sobre as vantagens e desvantagens de cada parto, caso não haja uma indicação puramente médica por uma ou outra via', sustenta.

A gestante de melhor nível social opta pela cesárea e se torna exemplo para a de classe mais baixa
O problema, como observa o obstetra Jorge Kuhn, é que nem todos os médicos agem de maneira tão transparente. 'Preferem um caminho mais sutil, com frases que soam como ameaças veladas a complicações no parto, como 'humm... tá meio grandinho esse bebê', ou 'parece que sua bacia é estreita demais'. Sem contar as alegações para as quais a mãe, leiga, não tem argumentos: cordão umbilical enrolado, pouco líquido, ou, 'olha, acho que não vai dilatar muito mais do que isso nas próximas horas'.' Nesse momento, lembra a parteira Ana Cristina Duarte, que participa da Amigas do Parto, uma ONG que defende o parto normal, a cultura do medo favorece quem detém o poder. 'A gestante, com suas ansiedades normais, mas em geral sem preparo adequado, passa o controle da situação para o médico', afirma.

Planos frustrados

Melissa, com a filha Maria Clara. O desejo por um parto normal deu lugar a um parto cirúrgico na última hora

O caso de Melissa Donato Guimarães, 28 anos, ilustra a situação. Ela queria o parto normal, mas no final optou pela cesárea. 'Fui ficando dividida com os comentários de amigas que achavam a cesárea uma maravilha, porque você marca a hora e não sente dor com as contrações.' E também tinha os seus receios. Incomodava-a a idéia de que o bebê 'ficasse entalado no meio do caminho'. Por outro lado, o parto normal a atraía pela recuperação mais rápida e menos dolorida. A gravidez avançava e com freqüência ela trocava figurinhas com outras gestantes. 'Quase sempre a resposta era cesárea. E me questionava: 'Quem sou eu querendo fazer diferente de todo mundo?' Na penúltima consulta antes da data prevista para o nascimento, terminou o impasse. 'O médico garantiu que estava tudo bem, mas que ainda seria preciso esperar o bebê descer. Eu teria de superar a ansiedade e suportar os inevitáveis desconfortos de final da gestação. Mas havia a cesárea. Resolvi por ela, feita dois dias depois', conta. Melissa está radiante com seu bebê, Maria Clara, lamenta não ter esperado o parto normal, mas assegura que o que sente não é arrependimento. 'Tive fortes dores no corte. Acho que não tive muita sorte com a cesárea.'

Informação e apoio do médico ajudam a driblar os fantasmas que ameaçam o parto natural

Com a comissária de bordo Danielle Carreiro aconteceu o inverso. 'Eu tinha verdadeiro pavor de parto normal', conta. Vivendo entre Rio e São Paulo, passou a consultar-se com dois médicos, um em cada cidade. No Rio, procurou um profissional que a conhecia havia tempos e que respondeu aos seus temores com a promessa de uma cesárea. Em São Paulo, quase foi embora do consultório ao descobrir que o doutor era favorável ao parto natural. 'Como era atencioso, fiquei com ele, apostando que, no limite, embarcaria para o Rio no final para fazer a cesárea.' Com o tempo, Danielle foi confiando na conversa do médico paulistano, que lhe mostrava as vantagens de ter um parto normal. 'O medo parecia mais distante, mas na hora entrei em pânico. Cheguei a me esconder no banheiro da maternidade, dizendo para meu marido que seria melhor pegar um táxi e ir para o Rio fazer a cesárea', lembra. Depois de muita conversa, foi levada para o quarto e relaxou. Passou a tarde conversando com o médico e com o marido. 'Eles me apoiaram durante as 14 horas de trabalho de parto e levei as contrações numa boa. Se eu soubesse que era só isso, não teria sofrido tanto antes', afirma.



- Postado por: Ro ou nika às 06h07
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Com preparo

É fundamental o médico informar a mulher sobre as várias possibilidades de combater a dor no parto. 'É a melhor forma de acabar com os fantasmas que desestimulam o parto natural', diz o obstetra Luiz Camano, da Maternidade Pró-Matre, em São Paulo. Ele faz um alerta às gestantes que decidem pela cesárea acreditando que sofrerão menos: 'A recuperação pós-parto é quase sempre mais difícil'. Além da boa orientação médica, cursos de preparação para o parto costumam dar boas dicas para gestantes mais aflitas, como se define a assessora de comunicação Daniela Oliveira. Foi numa dessas aulas que ela descobriu a ioga para grávidas. 'Estou apostando que esta preparação vai me ajudar a amenizar a dor nas contrações e facilitar a expulsão do bebê', anima-se Daniela. Sua professora de ioga - e também doula -, Renata Albuquerque, garante que é possível. 'Alivia a dor, por exemplo, a gestante levantar e caminhar durante as contrações', explica. Daniela está decidida a tentar um parto normal. 'Quero sentir o bebê saindo de mim', afirma. Quando uma mulher de classe média opta pelo parto natural, como Daniela, ou pela cesárea, como Melissa, influencia a decisão de muitas outras. Uma pesquisa realizada em Pelotas, no Rio Grande do Sul, com 5.304 gestantes mostrou que as mulheres com renda familiar maior e nível de educação superior normalmente são submetidas mais às cesáreas do que o restante da população. 'Esse é um dos motivos que levam as gestantes das classes menos favorecidas a desejar o procedimento', explica Fernando Barros, consultor do Centro Latino-Americano de Perinatalogia, ligado à OMS. 'Elas acreditam que a cesariana representa um atendimento de melhor qualidade.' Como se vê, a moda pega...

O parto no mundo

Os índices de cesárea crescem na Europa, onde tradicionalmente sempre foram baixos. Ainda assim, estão em 20%, bem abaixo dos brasileiros, de 35%. Veja como o parto é realizado em alguns países:

Estados Unidos e Canadá
Os índices: Em 2002, os EUA registraram uma taxa recorde de cesáreas: 26,1% - 7% mais que em 2001. No Canadá, o aumento foi semelhante. Na década de 70, a taxa de cesáreas era de 6%.
Como é o parto: Nos EUA, 97% dos partos são realizados em hospitais.
As parteiras assistem 7% dos nascimentos. Os partos domiciliares
e em casas de parto são minoria, ou seja, representam 2% do total.

Inglaterra
Os índices: A taxa de partos cirúrgicos cresceu de 21,5% para 22% entre 2000 e 2002, de acordo com o Departamento Nacional de Estatísticas. Em 1970 o número era 4% e, em 1999, ultrapassou o máximo recomendado pela OMS.
Como é o parto: No sistema público inglês são as parteiras que assistem
os partos normais, nos hospitais, sem a presença de obstetra e pediatra.
Os obstetras só entram em cena nos partos que necessitam de fórceps e quando há indicação médica para cesárea. Em média, apenas um terço do total de mulheres recebe anestesia.

Holanda
Os índices: Cesáreas ocorrem em 8% a 10% dos nascimentos.
Como é o parto: Parteiras e médicos assistem os nascimentos na mesma proporção. A taxa de partos feitos em casa é de 35%. A anestesia peridural
só é aplicada em cesarianas.<br>



- Postado por: Ro ou nika às 06h06
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ESTE BLOG E PARA TODAS MAMAES OU FUTURAS MAMAES,PARA QUEM QUISER PARTICIPAR....

Aqui vc encontrara receitas,trocara ideias e duvidas...venha fazer parte...deixe um comentario uma ideia..

E para as mamaes que quiserem fazer parte e so deixa um e-mail ,que entraremos em contado...

    

 



- Postado por: Ro ou nika às 00h31
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PAPINHA DE FRANGO COM ABÓBORA
Ingredientes: 300 grs de peito de frango 2 ½ xícaras de chá de abóbora ou moranga picada 3 xícaras de chá de repolho picado 1 chuchu grande picado 1 ½ colher de sopa de cebola picada 2 colheres de sopa de salsa picada ½ xícara de chá de macarrão para sopa (conchinhas, letrinhas, etc) 1 colher de sopa de margarina
Modo de fazer: Em uma panela coloque 3 litros de água, acrescente todos os ingredientes, inclusive o macarrão para sopa com exceção da margarina. Deixe cozinhar em fogo brando até que todos os ingredientes estejam bem macios praticamente desmanchando. Para não grudar nas mãos, corte o chuchu ao meio e descasque-o sob água corrente. Retire a parte dura central e corte em cubos. Desligue e acrescente a margarina. Retire a quantidade a ser utilizada e passe por peneira de malha fina. · Esta papinha é indicada para crianças na FASE I ( bebês até 10 meses) Nesta fase a papinha deve ser passada pela peneira de malha fina · Dica : O sal deve ser utilizado na menor quantidade possível, para que a criança aprenda a identificar o sabor dos alimentos. *Rendimento: 12 porções


- Postado por: Ro ou nika às 00h25
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Seu Peso ao Nascer
Você escutou com entusiasmo na sala parto, você já perdeu a conta de quantas vezes parentes e amigos fazem a mesma pergunta; depois do sexo do bebê, o peso é a segunda informação que todos querem saber. Porque é tão importante? Porque representa o coeficiente de saúde de seu filho, e confirma se os nove meses de vida intra-uterina correram sem problemas. É claro que hoje em dia, os controles ecográficos feitos durante a gravidez permitem observar o crescimento do bebê, de verificar se seu desenvolvimento é normal e constante, e de arriscar uma previsão de qual será sua constituição final. Todavia, a confirmação definitiva será feita no momento do nascimento, quando o bebê subirá na balança pela primeira vez. E é justamente este peso que marcará o início de seu novo crescimento. Um crescimento que, em parte, está já escrito no código genético que ele herdou de seus pais. O peso, a altura, assim como a cor dos olhos e dos cabelos são características herdadas, por isso seja a mãe como o pai tem as mesmas probabilidades de influenciar a constituição física de seu bebê.
O peso médio: existem dados estatísticos que criaram os parâmetros de base que estipularam que o peso médio de um bebê ao nascer é de cerca 3 quilos e 300 gramas. Mas atenção: as variáveis são muitas, a começar, por exemplo, pelo sexo (os meninos pesam em média 150-200 gramas a mais que as meninas). Na realidade, é considerado normal e saudável seja o bebê que ao nascer pesa 2 quilos e 500 gramas, como aquele que pesa 4 quilos. 
Uma perda de peso natural: qualquer que seja o peso de seu bebê ao nascer, nos primeiros dias de vida ele perderá peso, e isso é absolutamente natural, pois é o efeito à adaptação a uma nova vida. No momento em que ele deixa o confortável ambiente aquático do utero, o bebê se vê em um mundo feito de ar, e juntamente com a expulsão das primeiras fezes, ele passa por uma modificação do equilíbrio hídrico de seu organismo. Além do fato de que nos primeiros dias de vida, os recém nascidos comem menos, como se estivessem esperando pela produção do leite materno. Assim, inevitavelmente ele perderá peso, em média 6 a 10% de seu peso inicial. 

O Seu Peso dos 0 aos 2 Anos
Estudos e pesquisas realizados com crianças, estipularam um parâmetro de acompanhamento do peso do nascimento até o segundo ano de vida. Estes valores representam um aumento médio, portanto lembre-se que cada bebê tem um ritmo de crescimento próprio. 
Os primeiros três meses: no primeiro trimestre de vida, um recém nascido aumenta, em média, 175 a 210 gramas por semana. Na prática, ao final do primeiro trimestre, ele pesa 2,5 quilos a mais do peso ao nascer.
Dos três aos seis meses: o aumento semanal é de mais ou menos  140 a 175 gramas, e já no fim do 5° mês o bebê duplicou o seu peso ao nascer.
Dos seis meses a um ano: a partir de agora, a progressão do aumento de peso fica mais lenta, porém sempre regular: seu bebê aumentará em média 105 a 140 gramas por semana, e quando completará seu primeiro aniversário, ele pesará entre 9 a 12 quilos (três vezes a mais do peso que nasceu).
De um a dois anos: de agora em diante, o aumento de peso se torna mais lento e regular, marcando em média de 2 a 2,5 quilos ao ano.

A Sua Altura dos 0 aos 2 Anos
Também a altura de seu bebê aumentará com um ritmo todo pessoal. Existem bebês que aumentam centímetro por centímetro na maoir regularidade, e outros que aumentam dando saltos em vários centímetros de cada vez. 
Do nascimento ao primeiro ano: um bebê ao nascer mede ao nascer, em média, 50 centímetros. Durante os primeiros doze meses de vida, o bebê tem um ritmo de crescimento muito variável: ele pode aumentar 10 cm em dois meses e depois somente a metade nos meses sucessivos. Quando ele completar o primeiro ano de vida, medirá em média 25 centímetros a mais de quando nasceu.
De um a dois anos: no segundo ano, o crescimento em altura segue um ritmo mais constante, aumentando aproximadamente 1 cm ao mês, e sendo assim, ao completar dois anos o aumento total será de 12 cms. Agora que ele já está em pé, procure aqueles metros coloridos de colocar na parede, e divirta-se a marcar mês-a-mês o crescimento de seu filho. 

Qual Será a sua Altura Quando Crescer???
É uma curiosidade muito natural de todos os pais, em saber quão alto será o seu filho quando crescer. Existe uma fórmula muito simples e que pode chegar bem próxima da altura futura de seu filho. Ela se baseia na estatura dos pais, e na diferença entre a altura adulta média de homens e mulheres, que é de mais ou menos 13 centímetros. Como fazer:
1) Para os meninos: Some a altura do pai e da mãe, adicione 13 centímetros, e divida por dois. Ao resultado obtido, some e subtraia 8 cm, assim você tem a faixa de altura máxima e mínima na qual estará seu filho. Por exemplo: se o papai mede 180 cm e a mamãe mede 165 cm, o cálculo será o seguinte:
180 + 165 = 345 + 13 = 358 : 2 = 179 (+8 e -8) = 171 cm a 187 cm
2) Para as meninas: Some a altura do pai e da mãe, subtraia 13 centímetros, e divida por dois. Ao resultado obtido, some e subtraia 8 cm, assim você tem a faixa de altura máxima e mínima na qual estará sua filha. Por exemplo: se o papai mede 180 cm e a mamãe mede 165 cm, o cálculo será o seguinte:
180 + 165 = 345 - 13 = 332 : 2 = 166 (+8 e -8) = 158 cm a 174 cm

Como se Controla o Crescimento
Cada criança crescerá em peso e altura seguindo uma determinada curva de desenvolvimento, que constam de tabelas fornecidas normalmente pelo pediatra de seu bebê. Estas tabelas acompanham, mês a mês, a altura, o peso e a circunferência do crânio, especificadas para meninos e meninas. Isso nos permite acompanhar o ritmo de crescimento e se o desenvolvimento de seu filho é constante

- Postado por: Ro ou nika às 00h22
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